
É sempre difícil falar de sí prório, contar sua história e ser fiel aos fatos, mas muito mais difícil é escrever sem trazer à memória os bons e maus momentos, as alegrias e conquistas de uma vida simples e humilde.

7 Pecados Capitais no Trabalho...
Fuja deles!
Por mais que você sofra de
perfeccionismo, todos nós temos defeitos. Afinal, somos seres humanos. O erro é
não admiti-los e, pior, não tentar corrigi-los. Segundo uma pesquisa da Konsult,
consultoria em recursos humanos, 58% das demissões ocorrem por causa do mau
comportamento dos funcionários. Ou seja, o profissional pode até ser impecável
no quesito técnico, mas esbarra em problemas como falta de tato nas relações com
o colega, acomodação, individualismo e até ausência de ética. Perguntamos a um
time de consultores o que as empresas mais abominam em seu time. Siga os
conselhos dos experts para não cometer nenhum desses pecados no trabalho.
Desinteresse
......São
pessoas que não vão atrás de soluções para os problemas. Presas à rotina, elas
não buscam novos desafios. "As empresas estão com times enxutos. Antes os
profissionais podiam se disfarçar nas grandes estruturas, hoje já não é mais
possível", afirma Cristiane Gonçalves, gerente de recursos humanos da KPMG
consultoria. Para ninguém ficar na acomodação, Francisco Brito, da Ray &
Berndtson, empresa de headhunting, defende uma postura empreendedora. "Não
importa o cargo, o profissional deve trabalhar como se a companhia fosse dele,
assumindo os riscos. Alguns presidentes me contam que preferem o funcionário que
erra a aquele que não faz." Mudar é apenas uma questão de atitude; vista a
camisa.
Individualismo
...... O profissional tem a idéia errônea de que a
informação é um poder. Atualmente, o que importa é o espírito de equipe. "A
questão da estrutura muito rígida está desaparecendo e, com ela, as hierarquias.
Hoje a empresa trabalha por projetos e precisa de um time coeso. O funcionário
que não tiver o perfil de colaborador está fora do mercado", avisa Jorge Viani,
consultor sênior da Hewitt Associates, empresa de recolocação. Para corrigir
essa falha, Sofia Amaral indica a prática de um esporte coletivo ou de um
trabalho voluntário. "Nos dois casos fica mais fácil enxergar que sempre
precisamos de ajuda. Desenvolve-se uma visão de conjunto, assimilando o mundo de
forma mais ampla e realista. Aprende-se, acima de tudo, a respeitar o outro."
Falha na comunicação
...... Como dizia Chacrinha, quem não se comunica se
trumbica. "O profissional pode ser extremamente competente, mas, se não souber
se expressar, como vai mostrar seus resultados?", argumenta Mauro Hollo, sócio
da Konsult. O poder da oratória inclui também o marketing pessoal e a
negociação. Vale tudo para se aperfeiçoar: cursos, livros e até treinar em
frente ao espelho. Quem nunca levou um susto quando se viu filmado? "É
importante também estar plugado no mundo. Ler jornais e revistas para poder
falar sobre qualquer tema", ensina Sofia Amaral, sócia do grupo DM Recursos
Humanos, especializado em seleção de executivos para grandes empresas.
Resistência às mudanças
......Devemos
aprender a trabalhar com situações novas. Estamos num momento de fusões e
aquisições, precisamos ter a capacidade de reação a esses impactos. Um exemplo é
a cervejaria Antarctica, que era uma empresa familiar. Os funcionários
precisaram se adaptar quando virou Ambev e agora têm um novo desafio por causa
da fusão com a belga Interbrew. "Se o profissional é bem informado, ele pode se
antecipar aos fatos e se preparar", diz Francisco Britto, sócio-diretor da Ray
& Berndtson. Se a companhia vai se tornar internacional e seu inglês precisa
de um reforço, entre num curso hoje mesmo. Outro ponto é a versatilidade. Aquele
que se arrisca em atuar nas diversas áreas é valorizado no mercado.
Ausência de ética
......Atualmente, a integridade é muito avaliada pelas
empresas. O resultado a qualquer preço não existe mais, principalmente depois de
escândalos como o da Parmalat e o do Enron. Portanto, um discurso coerente com a
prática sã o atitudes esperadas pelos chefes. "Existe uma idéia errônea de que a
ética não pode ser adquirida. O ser humano é capaz de aprender qualquer
comportamento", acredita Glaucy Bocci, da Mercer Human Resources. A ética
proporciona um ambiente mais saudável nas relações, pois traz melhores
resultados. ......As organizações têm trabalhado numa postura muito rígida. O
bom exemplo no próprio ambiente de trabalho é um grande incentivo para o
profissional se enquadrar nos padrões da companhia.
Criatividade zero
...... Anote suas
idéias no papel, caso contrário elas são deixadas de lado. Adquira o hábito do
questionamento – "e se eu fizesse de uma maneira diferente?". Medite, limpe a
cabeça, assim novos pensamentos surgem.
......"Em cursos, é possível
aprender a ginástica mental, ou seja, integrar o lado direito (abstrato) ao
esquerdo (concreto) do cérebro, que juntos produzem um resultado melhor", diz
Arthur Diniz, sócio da Crescimentum, empresa especializada em coaching. Também
com cursos é possível identificar seu tipo criativo e tirar proveito dele. Por
exemplo, o aventureiro é espontâneo. Assimile seus pontos de contribuição e
obstáculos e aprenda a utilizar as ferramentas mais favoráveis de acordo com o
seu perfil.
Falta de
iniciativa
......
"O eixo do conhecimento era praticamente responsabilidade da empresa. Ela é que
assumia o desenvolvimento do funcionário. Nos dias de hoje é o contrário, ela
cria as condições e o profissional deve ir atrás", alerta Jorge Viani. Tem um
ponto fraco? Trate de correr à procura de auxílio para supri-lo. Vale tudo:
cursos de especialização, pós-graduação, apelar para o coach individual ou pedir
transferência de setor, no qual será possível minimizar suas deficiências. Crie
as condições para se motivar. Vale a pena pesar que pode ganhar mais ou
conseguir até uma promoção. As companhias esperam que seus funcionários cultivem
um astral construtivo e dinâmico. Lembre-se: você é o dono da sua carreira,
portanto a iniciativa deve ser sua.
Copyright © 2007
MarcosVic.Com.Br. Todos os direitos reservados.
Site desenvolvido por
M@rcos Vic®.
